Medir antes de prometer
Nenhuma proposta de célula completa sai sem dados do seu ambiente. A prova de conceito existe justamente para transformar expectativa em número.
O estúdio
Somos um grupo pequeno de engenheiros que prefere resolver o problema certo a instalar o robô mais chamativo. Trabalhamos perto de quem opera a linha, porque é ali que a automação prova o seu valor.
Como chegamos aqui
A Xorzalix nasceu de uma frustração simples: bons projetos de automação morrendo na distância entre a demonstração e o turno real.
Em 2015, três engenheiros que vinham de integração industrial e visão computacional montaram um estúdio para atacar essa lacuna. A tese era direta — a maior parte do risco de um projeto de robótica não está no braço mecânico, e sim na percepção e na decisão que o conectam ao mundo real.
Começamos com uma célula de inspeção para uma fábrica de autopeças no ABC paulista. De lá para cá, foram mais de quarenta sistemas em produção, do transporte autônomo em hospitais à paletização em centros de distribuição. O método mudou pouco: medir antes de instalar, entregar em fases e ficar por perto depois que a linha entra em operação.
Continuamos deliberadamente enxutos. Preferimos um número menor de projetos bem acompanhados a um catálogo grande de instalações abandonadas.
Princípios
Não são frases de parede. São critérios que usamos para aceitar um projeto, desenhar uma solução e decidir quando dizer não.
Nenhuma proposta de célula completa sai sem dados do seu ambiente. A prova de conceito existe justamente para transformar expectativa em número.
Quem conhece a operação participa do desenho. Um sistema que a equipe não entende vira um enfeite caro na primeira exceção.
Diagnóstico, piloto, integração e operação. Cada fase tem entrega própria, para que você decida seguir com clareza a cada passo.
Avaliação de risco e barreiras adequadas fazem parte do projeto desde o início, não de um ajuste no fim.
A entrega não encerra a relação. Acompanhamos a telemetria e ajustamos o sistema conforme a operação evolui.
Quando a automação não é o melhor caminho, dizemos. Preferimos preservar a confiança a fechar um projeto que não se sustenta.
Quem conduz
Uma equipe reduzida, com contato direto entre quem projeta e quem opera. Sem camadas intermediárias entre você e a engenharia.
Direção técnica
Vinte anos em integração industrial. Conduz o diagnóstico e o desenho das células mais complexas.
Percepção e visão
Responsável pelos sistemas de visão computacional e pela camada de decisão que lê a cena em tempo real.
Operação e suporte
Cuida da entrada em produção, do treinamento das equipes e do acompanhamento contínuo dos contratos.
A melhor automação é a que a equipe nem percebe estar usando — ela só nota que o dia ficou mais previsível.
Marque uma conversa com a nossa equipe técnica. Sem apresentação comercial genérica — direto ao seu caso.